O

Diagnóstico

Desde o descobrimento da nova Sars-Cov-2, o rápido diagnóstico da doença tem sido de suma importância para que ações de contenção da disseminação e tratamento sejam eficazes. De acordo com a WHO, casos suspeitos necessitam da clínica da doença juntamente de histórico de viagens para um país/área com transmissão local da doença de COVID-19 durante os 14 dias anteriores ao início dos sintomas ou ter estado em contato com um provável ou confirmado caso COVID-19 nos últimos 14 dias antes do início dos sintomas. Já os casos prováveis são os casos suspeitos para os quais o teste é inconclusivo. Por fim, os casos confirmados se dão por uma pessoa com confirmação laboratorial da infecção por COVID-19, independentemente de sinais e sintomas clínicos.

Características clínicas, história epidemiológica e detecção de patógenos são importantes no diagnóstico de COVID‐19, porém, com a constante disseminação do vírus, a transmissão local passou a ser a forma mais expressiva de contaminação da população. Assim, se não houver histórico de exposição claro, a suspeita pode se basear nas condições clínicas do paciente.

O diagnóstico etiológico final e padrão ouro da COVID-19 pode ser confirmado pelo teste positivo de RT-PCR em tempo real para o SARS-CoV-2 usando amostras respiratórias (swab nasofaríngeo e orofaríngeo, escarro, aspirado endotraqueal ou lavagem broncoalveolar) ou de sangue ou por sequenciamento de genes virais de amostras respiratórias ou de sangue altamente homólogas ao SARS-CoV-2.

O teste de PCR de contatos assintomáticos ou levemente sintomáticos pode ser considerado na avaliação de indivíduos que tiveram contato com um caso de Sars-Cov-2. 

No Brasil, porém, com a justificativa de possível falta de material e a dificuldade logística associada, o exame possui restrições quanto à realização em assintomáticos.

Em 24 de março de 2020, a ANVISA aprovou o uso de teste rápido para pacientes que foram sujeitos a exposição, esse, por sua vez, investiga presença de anticorpo contra o vírus, com isso, afirma se houve exposição ou não. Por outro lado, ainda não há materiais suficientes para suprir a necessidade da população.

Feito o diagnóstico, é dever do estabelecimento notificar a secretaria de saúde.

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